Filmes
24º DIA - O PRAZO FINAL
A CLOSER WALK
ALGUÉM AINDA MORRE DE AIDS?
Anjos Da Asa QUEBRADA
BASTA UM DIA
CAZUZA
DIAS
EU AMO ESSE HOMEM
HOUSE OF LOVE
JESUS CHILDREN OF AMÉRICA
MATRACA E O POVO INVISÍVEL
O DIA EM QUE MEU DEUS MORREU
O PRESENTE
PANDEMIA : ENCARANDO A AIDS
PEQUENOS GUERREIROS - NASCIDOS COM HIV
PROTESTO CONTRA O MONOPÓLIO
TRANSIT
YESTERDAY
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24º DIA - O PRAZO FINAL The 24th Day
(EUA, 2004, 97min)
Direção: Tony Piccirillo
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Produção independente americana que adota uma fisionomia inesperada para o tema Aids. O thriller de suspense consagrado em Hollywood embala aqui o encontro entre o metrossexual Tom (Scott Speedman) e o aspirante a cineasta Dan (James Marsden). O primeiro leva o novo conhecido para seu apartamento e lá confidencia o relacionamento no passado com um gay soropositivo que o infectou. Tom acredita que Dan foi esse parceiro. Aprisiona-o, então, e munido de uma amostra do sangue da vítima ameaça: se o resultado do teste for positivo, ele morre.
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A CLOSER WALK
A Closer Walk
(EUA, 2003, 85 min)
Diretor: Robert Bilheimer
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Um panorama caótico da epidemia da Aids é mostrado nesse documentário narrado pelos astros Glenn Close e Will Smith. As câmeras passeiam pela África mostrando o drama de crianças órfãs e o descaso da saúde pública em países pobres. Circulam por nações da Europa central, onde drogados compartilham seringas infectadas, e enfocam, na Índia, a tragédia de soropositivas contaminadas pelos próprios maridos. Há entrevistas com pacientes, médicos, enfermeiros, além de depoimentos do Dalai Lama, do pop star Bono Vox e do secretário-geral da ONU Kofi Annan. O objetivo é um só: alertar que a Aids, a pior epidemia da história, ainda continua fazendo vítimas. Está prevista a continuação do filme abordando a resposta de outros países de combate à Aids, inclusive a brasileira.
^TOPO^ |
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ALGUÉM AINDA MORRE DE AIDS?
Does anybody die of AIDS anymore?
(EUA, 2002, 25 min)
Diretor: Louise Hogarth
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Nesta breve investigação do risco de mortalidade por causa da doença, numa época em que muitas vidas são salvas graças aos coquetéis, a realizadora adota uma perspectiva cautelosa sobre o possível declínio de progressão da infecção pelo vírus HIV. Entre os relatos, a fita antecipa uma atitude que seria explorada em seguida no documentário O Presente. Questiona também a efetividade de novos tratamentos e alerta para uma "terceira onda" da doença que inclui a mutação do vírus e a associação a um câncer.
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ANJOS DA ASA QUEBRADA Anjos da asa quebrada
(Brasil, 2000, 30min.)
Diretor: Jorge Ferreira
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Vídeo destaca importância do exame de HIV e sífilis na gestação. A produção, que contou com o apoio da UNESCO, mostra a história de Silvana que descobriu ser portadora do HIV durante a amamentação de seu segundo filho e perdeu o marido e outro filho por AIDS. Seu depoimento emocionado, comentado por profissionais de saúde, reforça a importância da realização de testes para
detecção precoce do HIV e sífilis durante a gestação. Ao abordar de forma humana e sensível a questão da transmissão vertical, é mais uma contribuição para o esclarecimento dos profissionais de saúde e da população sobre a importância da testagem e da profilaxia intraparto. É também uma homenagem à Silvana, para que mulheres como ela não tenham que sofrer a mesma dor no futuro.
^TOPO^
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BASTA UM DIA Basta um dia
(Brasil, 2006, 40 min)
Diretor: Vagner de Almeida
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Lançado recentemente pela ABIA - Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids-, do mesmo diretor de Borboletas da Vida, o documentário aborda a vida de travestis e homossexuais da baixada fluminense que, entre a coragem e o medo, tentam, muitas vezes sem sucesso, sobreviver à dura realidade de violências impostas ao seu cotidiano.
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CAZUZA Cazuza
(Brasil, 2004, 110 min)
Diretor: Sandra Werneck e Walter Carvalho (Brasil, fic, 100min 2004)

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O cantor e compositor Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza (1958-1990) se tornou uma espécie de mártir da doença ao trazer seu longo tormento a público. Determinou, assim, uma maior preocupação e busca de informações. A nação acompanhou seu tratamento, naquela época fundamentado na descoberta do AZT, suas idas e vindas aos Estados Unidos e por fim chorou com a heróica mãe Lucinha Araújo. É no livro-depoimento dela que os diretores se basearam para esse tocante drama que acompanha o surgimento do grupo Barão Vermelho, a intensa rotina sexual, o apego às drogas do vocalista e a descoberta do vírus. Tudo levado por uma impressionante caracterização de Daniel de Oliveira.
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DIAS (Giorni)
(Itália, 2001, 90min)
Diretor: Laura Muscardin
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A fita italiana pertence a um terceiro movimento na representação da aids pelo cinema. Depois dos filmes sobre os primeiros casos da doença, os dramas dos soropositivos e dos títulos engajados na conscientização e no sexo seguro, esta produção é uma das poucas a enfocar a convivência possível com o vírus HIV. Nesta categoria encaixa-se o personagem Claudio (Thomas Trabacchi), um executivo gay bem-sucedido e com um relacionamento estável. Sua preocupação com a enfermidade não exige mais que o coquetel de medicamentos diário e um check-up mensal no hospital. O relativo bem-estar permite, inclusive, que ele se apaixone por um jovem garçon e dê uma reviravolta em sua vida.
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EU AMO ESSE HOMEM L'homme que J'aime
(França, 1997, 87 min)
Diretor: Stéphane Giusti
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A trama é clássica. Gay se interessa por rapaz confuso com sua identidade sexual, a princípio é rechaçado, mas insiste, insiste... O drama romântico de Stéphane Giusti, realizada para TV, retrata com charme e simpatia a difícil "saída do armário", a paixão num meio reconhecidamente volátil e evolui para o papo sério quando Lucas (Jean-Michel Portal), o assumido, revela ser soropositivo para o novo parceiro Martin (Marcial Di Fonzo-Bo). O cenário é Marselha, no sul da França, onde os dois protagonistas trabalham numa escola de natação. Martin surge como o novo professor e atrai o interesse de Lucas. Mas além de tímido e fechado, o moço se relaciona com uma garota (Mathilde Seigner). No rito de conhecimento de Martin, a mãe de Lucas (Vittoria Scognamiglio), decidida e protetora, exercerá papel fundamental. O diretor Giusti aproveita a postura de fuga da doença de Lucas para mostrar o engajamento da entidade Act Up e os protestos para a liberação, pelo sistema de saúde, dos coquetéis de tratamento. |
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HOUSE OF LOVE House of Love
(EUA/Namíbia, 2001, 26 min)
Diretor: Cecil Moller
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O curta-metragem integra a série documental de 33 títulos Steps for the Future, uma espécie de mapeamento da Aids no sul da África, hoje a região com maior incidência de soropositivos no mundo. Outro título do pacote, Wa 'N Wina, filmado na África do Sul, está previsto na seleção do ciclo Cinema Mostra Aids. No caso, o cenário é o pequeno porto Walvis Bay, na Namíbia, e as personagens as prostitutas locais. Elas dependem das rápidas visitas dos marinheiros para sobreviver e contam ao diretor Cecil Moller os motivos que as levaram ao trabalho. Falam ainda de amor, sexo, pecado e uma noção muito pessoal de redenção, enquanto o fantasma da Aids ronda seu cotidiano.
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JESUS CHILDREN OF AMÉRICAJesus Children of America
(EUA, 2005, 20 min)
Diretor: Spike Lee

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O curta-metragem do polêmico diretor de "Faça a Coisa Certa" é parte do projeto Crianças Invisíveis, longa-metragem em sete capítulos que, com o apoio da Unicef, pretende dar um panorama do drama de meninos e meninas marginalizados ao redor do mundo. A visão de Spike Lee é uma das mais raivosas e menos condescendentes. Enfoca o tormento diário de Blanca (Hannah Hodson), uma garota do Brooklyn, em Nova York, que nasceu com o vírus HIV por conta de seus pais drogados. O cineasta toca na ferida ao ilustrar com tintas fortes o preconceito das colegas e dos vizinhos de Blanca sem deixar de vislumbrar um bocado de esperança na ajuda assistencial oferecida por entidades nos Estados Unidos.
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MATRACA E O POVO INVISÍVEL Matraca e o Povo Invisível
(Brasil, 2006, 37 min)
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| Dizem que o palhaço, além de ser um perfeito idiota, é um estorvo para o sistema social. Sem pretender questionar esta "verdade", Matraca e o Povo Invisível é um mix de realidade, gentilezas e diálogos entre um palhaço músico, população de rua e profissionais do sexo. O palhaço tem de ir aonde o povo está e o trabalhador da saúde também…e a rua torna-se o picadeiro das brincadeiras. A alegria é fundamental para a saúde! |
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O DIA EM QUE MEU DEUS MORREUThe Day my God Died
(EUA, 2003, 70min)
Diretor: Andrew Levine
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O diretor americano Andrew Levine já havia explorado anteriormente, num curta-metragem, o tema do tráfico de meninas do Nepal para a Índia. Ele mantém o mesmo foco neste longa documental e mergulha com mais detalhes no bem organizado e violento sistema de escravidão que atinge centenas de garotas, futuras prostitutas nos apertados e apinhados bordéis da antiga Bombaim, atual Mumbai. Entre as muitas crueldades que aguardam as recém-chegadas, do estupro a torturas físicas, está um universo de expansão da Aids que chega a 80% entre as jovens. A câmera segue a trajetória de cinco delas, inclusive uma que conseguiu escapar durante a viagem e passou a ajudar as colegas na fronteira. Também está em cena o trabalho de organizações humanitárias, o que também explica a adesão de estrelas do cinema ao projeto de Levine, a exemplo de Tim Robbins e Winona Ryder, responsáveis pela narração. |
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O PRESENTE The Gift
(EUA, 2002, 62 min)
Diretor: Louise Hogarth
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Bug chasers, gift givers, convertion party, bare backing eram expressões restritas a uma parcela da comunidade gay até o momento em que a diretora Louise Hogarth as trouxe a público nesse controverso documentário. Comecemos pelo título. The Gift, ou O Presente é o vírus HIV. Bug Chasers são aqueles parceiros que querem voluntariamente ser infectados pelo vírus e gift givers, os soropositivos e "doadores" em potencial. Para consumar a transmissão do HIV, os interessados marcam encontro, em geral por sites especializados, nas chamadas festas de conversão. Fecha-se, assim, o intrigante círculo, que o filme procura discutir a partir de um pressuposto básico desses personagens. Eles acreditam que ao disseminar a Aids e torná-la a regra, não a exceção, estarão poupando a si mesmos e a comunidade do medo da infecção e das preocupações com o sexo seguro. Uma lógica invertida graças à possibilidade atual de convivência com a doença, outro ângulo debatido na fita. Há depoimentos de soropositivos ativos, de quem se infectou deliberadamente --- o caso de um rapaz arrependido e aterrorizado --- de grupos de terapia e demais envolvidos. São vozes polêmicas que surpreendem mesmo aqueles representantes mais engajados e bem informados do universo homossexual. |
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PANDEMIA : ENCARANDO A AIDS Pandemic: Facing Aids
(EUA, 2003, 113min)
Diretor: Rory Kennedy.
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Co-produzida pela HBO, a série em cinco capítulos explora a luta de pessoas contra a Aids em cinco países distintos. Em Uganda, na África, onde há treze milhões de órfãos, o drama é das crianças James e Jessica. Portadores do HIV, o casal de indianos Nagaraj e Bhanu espera seu primeiro filho. O Brasil comparece com o relato de esperança de Alex, que consegue gratuitamente do governo os remédios caríssimos para seu tratamento. Na Tailândia, a prostituta Lek recebe sua sentença de morte num hospital. E na Rússia, que tem um dos programas de prevenção mais fracos do mundo, o casal de ativistas Lena e Sergei batalha por campanhas eficazes. Com trilha sonora assinada por Philip Glass, a fita é narrada pelo ator Danny Glover e pelo astro Elton John. |
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PEQUENOS GUERREIROS - NASCIDOS COM HIV Little Warriors
(EUA, 2003, 45 min)
Diretor: Ash Baron Cohen
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Dillon Card, Bert e Sophia Ramirez são alguns dos jovens entrevistados neste documentário, entre crianças e adolescentes, que convivem muito bem com a Aids. Exibida na 29ª Mostra BR de Cinema, no ano passado, a fita é narrada pelo ator James Woods e traz aquele tom bem humorado reconfortante para um tema tão árduo e dolorido. Pode ser um estimulante contraponto à produção também documental O Outro Lado da Aids, selecionado para esta mostra, que toca na questão da medicação para os recém-nascidos portadores do vírus. Presente na exibição em outubro passado, o diretor Ash Baron Cohen explicou que a idéia surgiu quando a produtora Allyson Tang decidiu ser voluntária num acampamento para crianças soropositivas. "Ficamos surpresos ao descobrir que elas não pensam na possibilidade da morte e nem sugerem auto-compaixão", lembrou. |
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